Situação inversa em Rifaina: faltam postos


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Ao contrário de Brodowski, onde há escassez de mão-de-obra no setor de confecções, Rifaina não possui postos de trabalho suficientes para as pessoas que querem trabalhar no ramo. A Cooperativa de Costureiras, que presta serviço para empresas de São Paulo, já chegou a ter mais de cem funcionários. Hoje, tem pouco mais de 70 pessoas. O ano não foi um dos melhores para a cooperativa. A empresa, que já chegou a produzir 7 mil peças por semana, hoje produz cerca de 2 mil. A distância entre Rifaina e a capital é um dos motivos apontados para a queda na produção, já que dificulta o transporte. Na maior cooperativa da cidade, onde são fabricadas calças, camisetas e agasalhos, todos os postos de trabalho estão constantemente preenchidos. As costureiras recebem em média R$ 600 e trabalham o dia todo. Mesmo em crise, a presidente da cooperativa, Margaret Jerônimo Oliveira, disse que a confecção é o carro-chefe da economia da cidade. Quem consegue garantir uma vaga, comemora. “Faz seis anos que trabalho aqui e é muito gratificante. A cooperativa é o meu alicerce, é daqui que sai a minha renda familiar”, disse a costureira Solange Aparecida Araújo Santos, 49.

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