Escola diz que decisão judicial será cumprida


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Natural de Franca, a professora Renata Acosta Alves dos Santos,30, disse que entrou na Justiça contra a Escola Adventista porque considerava ilegal as práticas administrativas da instituição. “Vi que alguém precisava contar o que acontecia, então resolvi lutar pelos meus direitos de trabalhadora”. Segundo a professora, além dos descontos do dízimo, ela não recebia as horas extras trabalhadas em reuniões de pais e eventos realizados fora do expediente. “Em eventos como o “acampadentro”, em que as crianças dormem na escola, ficava 24 horas longe de casa e não recebia nada. Também tínhamos de fazer panfletagem, visitar alunos em casa por conta própria e pagar o nosso almoço quando participavamos de uma feira ou evento”. O OUTRO LADO A direção da escola Adventista de Franca nega todas as acusações. Ontem, procurado para comentar o caso, o diretor da instituição, Samuel Vieira Costa Filho, limitou-se a dizer que a medida judicial será cumprida e, por isso, não há mais nada o que declarar. “Trata-se de uma questão já resolvida entre a professora e a escola e nós não estamos autorizados a falar nada”.

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