É decepcionante saber que o Ministério Público, até então reconhecido como instituição imparcial e imaculada, ser flagrado em ação de corporativismo explícito. Mas não é de se estranhar. Mais cedo ou mais tarde a instituição haveria de cair na armadilha contida na chamada “Constituição Cidadã”, que deu poderes exorbitantes a um organização que mal engatinhava. Lambuzam-se no mel e aparecem nas páginas principais da mídia quando lhes é conveniente. Nasceu podre e já esta carcomida como todas as instituições que detêm um naco do poder. E que naco! (O leitor se manifesta sobre o tema abordado pela Objetiva do Comércio, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=20871)
Olney Júnior
é leitor do Comércio da Franca
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É revoltante! Depois de matar sem motivo aparente um inocente, continuar no cargo, receber seus salários sem quaisquer modificações e ser praticamente absolvido por seus pares, o promotor Tales poderia querer o que mais da vida? Quanto a nós, o que podemos esperar para o futuro do nosso país? O que ensinar para nossos filhos à respeito de justiça? Ela existe e é realmente cega? Certamente, não é igual para todos.
Paula Simone Ribeiro
é leitora do Comércio da Franca
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