Aflição até o jornal chegar às bancas


| Tempo de leitura: 2 min
Responsáveis pela manutenção da nova rotativa, o chefe de impressão, Alfredo Henrique Lopes, e Sandro Bonamim, supervisor de sistemas do Comércio, e Marcos Gonçalves, mecânico vindo de São Paulo para a montagem da máquina falaram o que muda com a nova máquina e como foi trabalhar com o técnico indiano Ravinder Kumar, que chegou a Franca para ajudar na instalação do equipamento. Comércio - Como é ver a máquina funcionando? Alfredo - Esta resposta eu vou saber amanhã (hoje) cedo, quando o jornal estiver impresso. Por enquanto estou aflito. Quero imprimir o primeiro jornal para ficar aliviado. O que tinha que ser feito foi feito. Comércio - Como saber mexer em tantos botões? Sandro - As torres são iguais à outra máquina, o que muda é a proporção. A mudança mais drástica é a quantidade de pessoas trabalhando e o ajuste das cores, que tem de ser mais rápido por causa da velocidade de impressão. Alfredo - Quinze anos trabalhando no jornal, a gente aprende com alguns dias de prática. São muitos botões, mas não tem problema. Comércio - O que muda entre as máquinas? Alfredo - O tamanho, porque ela é bem maior, a potência e o funil de encadernamento. Além disso, estamos procurando mais gente para trabalhar, porque vamos precisar. Comércio - Como foi trabalhar com um indiano, que não fala português? Sandro - Os termos técnicos a gente sabe. A gente aponta a torre e já sabe o que tem que arrumar, então acabou que nos entendemos, tanto que não precisou de intérprete. Alfredo - O que a gente esperava dele foi feito. Ele é muito engraçado, brincalhão e conversamos muito por sinais, porque ele não fala português e nós não falamos inglês. No final, deu tudo certo. Comércio - O que representa esta máquina para o interior de São Paulo? Marcos - É um avanço muito grande em termos de infra-estrutura na impressão. O interior de São Paulo é muito carente em recursos para este tipo de coisa. Usa-se muito parque gráfico terceirizado nos jornais, justamente pelas empresas não terem o equipamento. Então, uma máquina deste porte representa muito para todo o interior, inclusive para cidades do porte de Ribeirão Preto. O jornal “A Cidade”, por exemplo, tem um equipamento que vem da Índia também, mas é inferior a esse em termos de porte.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários