A la dream team


| Tempo de leitura: 2 min
Márcio Dornelles (centro) corre com a bola para armar jogada, marcado por Cauê (esq.) e Zezinho
Márcio Dornelles (centro) corre com a bola para armar jogada, marcado por Cauê (esq.) e Zezinho
Depois de assistir de perto a atuação dos jogadores americanos, é impossível não se impressionar. Destaque para a velocidade dos passes, precisão nas assistências e marcação forte, sempre com grande envolvimento de todos os atletas em quadra e muitas jogadas plásticas como ponte aérea e toco. O técnico Hélio Rubens viu tudo isso de perto durante o período que passou em Las Vegas, no Pré-Olímpico. E não perdeu tempo. Ele declarou querer adotar o modelo em seu time neste Campeonato Paulista. Para a equipe, o torneio começa na próxima quinta-feira, com o confronto contra Araraquara, fora de casa. Uma das metas a serem alcançadas beira o inacreditável: armar jogadas rápidas, com os jogadores demorando 2 segundos para efetuar um passe. "É claro que em algumas situações, a posse de bola deve ficar em nosso poder por mais tempo, mas isso é algo definido pelo time", comentou Hélio Rubens. O tipo de jogo cadenciado, com a utilização dos 24 segundos de bola, característica de jogo dos europeus, só deve ser usado contra defesas armadas. A velocidade deverá ser a regra. "Um dos conceitos do jogo hoje é a velocidade. Não só no esporte, mas em tudo. Na hora de escrever, de trabalhar. É claro que com a rapidez há uma tendência de acontecerem mais erros e nosso desafio é superar isso", explicou o técnico francano. Tanto é que no treinamento de ontem à tarde, realizado no Póli, já com o novo verniz na quadra e a realização de pequenos reparos - a manutenção custou R$ 20 mil à Prefeitura - as palavras em moda foram: "Go, go, go". Em inglês para ambientar Wendell Gibson, escalado no time reserva. Hélio Rubens montou o time titular com Helinho, Márcio Dornelles, Felipe, Rogério e Drudi. O de vermelho foi formado por Zezinho, Matheus, Cauê, Mineiro e Gibson. A ordem era transição rápida. Mas como fazer tudo na tal velocidade e com perfeição? "É com a repetição que podemos chegar a isso. Repetir para se acostumar a estar na velocidade máxima", afirmou Rubens. Não faltou jogador transpirando no coletivo que durou cerca de 50 minutos e teve quatro paralisações.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários