Um mar de jovens de diversas partes do País e do exterior e uma cidade de tendas, com lojinhas de artigos religiosos, praça de alimentação, espaços para oração, louvor, pregações, missas e muitos shows. Esse é o Hallel, que começou quinta-feira e termina hoje no complexo do Poliesportivo. O evento tem entrada gratuita e comemora, neste ano, 20 edições.
Na programação do último dia, o público poderá conferir de perto a apresentação de ícones cristãos, como o padre cantor Fábio de Melo, a banda de punk-rock Rosa de Saron, os religiosos da Toca de Assis, junto ao fundador do movimento, padre Roberto Lettieri; músicos da comunidade Canção Nova, entre outros. As atividades começam a partir das 9 horas e seguem até as 20 horas. Para o encerramento, a organização preparou um show pirotécnico.
O gráfico Rogério Nogueira, 34, de Araguari, Minas Gerais (350 quilômetros de Franca), participa há 15 anos e classifica o evento como um retiro de oração. “A graça está aqui, basta a pessoa saber aproveitá-la”. Para a edição de 2007, ele trouxe a namorada, primos e sobrinhos. “Aqui a gente faz novas amizades e ouve o melhor da música católica”.
Nos dois primeiros dias do Hallel, alguns dos principais destaques foram a apresentação da banda de punk/hardcore The Flanders, comandada pelo vocalista Tchelão, que durante o show pulou no meio do público; o show irreverente da banda francana Myron, que lançou seu primeiro CD, e a apresentação emocionante do músico mexicano Martin Valverde, autor da famosa canção Ninguém te ama como eu. “Não tive como segurar as lágrimas. A gente faz uma revisão da vida. Ele canta com a alma”, disse a secretária Carolina de Lima, 22, de Ribeirão Preto.
Para quem ainda não conhece a festa, há também módulos de confissão, intercessão, louvor, Maria, uma capela e praça da criança com recreação, oficinas e teatro. Todas as atividades têm mensagens religiosas.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.