‘Vamos buscar Justiça’, diz Silas


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Tão logo terminou a sessão da Câmara, Silas Cuba (PT) revelou que usará artilharia pesada para contra-atacar o fim da CEI. Segundo ele, o encerramento da comissão só foi possível graças a “manobras” de bastidores organizadas pelo gabinete de Sidnei Rocha e seus aliados na Câmara. “Nada acabou ainda. Levaremos tudo o que apuramos ao conhecimento das autoridades competentes”, disse. O petista distribuiu ontem mesmo um relatório de conclusão dos trabalhos da CEI. Nele, acusa a administração de Rocha de várias irregularidades. Entre as principais, está a construção de uma ponte na Avenida Antônio Barbosa Filho, sobre o Córrego dos Bagres, sem licença ambiental. “A obra começou há um mês e até hoje não tem os documentos ambientais exigidos. ”. Outro aspecto que Cuba aponta como irregular é o fracionamento da obra. De acordo com ele, foram abertos três processos licitatórios para o mesmo empreendimento, um para construir a ponte, no valor de R$ 516,6 mil; outro para construção da alça de acesso à ponte (orçada em R$ 604,7 mil) e um terceiro para realizar arrimo para ajuste de aterro e construir uma mureta de contenção, sem estimativa de valor. PROPAGANDA No embalo do colega, Gilson Pelizaro (PT) protocolou, no dia 3, representação no MP Federal denunciando que Sidnei Rocha teria quebrado cláusulas de convênio firmado com o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) para a implantação do ambulatório para bebês de alto risco, anexo à UBS da Estação. Para Pelizaro, o BNDES viabilizou financeiramente a obra e o nome da estatal teria de ser vinculado em toda propaganda relativa a ela, o que não aconteceu.

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