Corações distantes


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Há 44 anos eu também chegava a Franca, 22 anos de idade. Meu sonho era o mesmo desses jovens: melhorar de vida. Cheguei às 10 horas da manhã de um dia de fevereiro e, ao meio-dia, consegui emprego em Calçados Samello, na época uma potência. É uma pena o que aconteceu com essa empresa, mas tenho certeza que se o filho estiver trabalhando – e deve estar –, com o mesmo espírito do pai muito em breve a empresa voltará a produzir e dar emprego para centenas de pessoas como dantes. Os jovens citados na reportagem certamente vencerão na vida como venci, pois quem trabalha com fé, honestidade, vontade e perseverança consegue superar todos os obstáculos que surgirem. Mudei-me de Franca mas sempre que posso volto para rever os parentes e amigos que deixei nessa bela e querida cidade. Agradeço ao Comércio por tocar o íntimo da alma dos francanos de berço ou de adoção, como eu, com matérias do tipo. (Leia a matéria que suscitou o comentário do leitor em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=20541) Sebastião Gomes Rodrigues é leitor do site do Comércio da Franca

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