Esta situação é mesmo muito difícil. Quem invade tem que saber que mais cedo ou mais tarde a Cohab, a Caixa e as instituições proprietárias vão retomá-las para venderem a quem se candidatou da maneira correta. Se ainda assim resolverem invadir, devem procurar direitos e saber de deveres. O Comércio, aliás, publicou matéria há tempos dizendo sobre casas que seriam vendidas em leilão. Fui até a agência com meu esposo, fizemos uma oferta que estava dentro do nosso orçamento e, pela Graça de Deus, fomos atendidos. Pagamos parte com o Fundo de Garantia e financiamos o restante pela Caixa. A casa que compramos estava invadida. Tínhamos a escritura nas mãos e ganhamos também um documento de reintegração de posse, mas fizemos questão de ajudar a família que lá estava a encontrar lugar para ficar.
Tayomara Vilas-Boas
é leitora do Comércio da Franca
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