Jorge*, hoje com 25 anos, tem em sua história uma série de atos de destruição dos espaços públicos. Apesar de fazer questão de dizer que participava de atos de vandalismo apenas quando era ainda mais jovem, ele diz que por onde passava, deixava seu rastro. Placas, postes e prédios públicos não passavam desapercebidos. Jorge conta que pichou muitas paredes e roubou algumas placas de trânsito. Nem ele mesmo sabe ao certo o que o motivava, mas que era uma sensação muito boa. “Era uma coisa de outro mundo, uma sensação diferente. Uma adrenalina de fazer algo que era contra a lei, de ir contra o sistema.”
Hoje, mais maduro, se arrepende do que fez e repreende quem faz. “Olha como muda a cabeça. Hoje, acho isso feio demais e acho que quem faz deve ser punido rigorosamente.”
* Nome fictício
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