No mundo que estamos, onde as crianças estão expostas a doses imensas de violência, não podemos simplesmente julgar a mãe que num momento de desespero viu o filho fazendo algo absurdo. Claro que nada justifica o fato de tê-lo agredido pois violência só gera violência. E para quem julga o ato da mãe, lembre-se: um dia vocês terão filhos e haverá o dia em que serão necessárias ações corretivas. Acho que a mãe errou apenas na intensidade da correção. (Leia a matéria publicada no Comércio através do link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=20476)
Daniela
é leitora do Comércio da Franca
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Criar um filho cabe aos pais. Essa mãe precisa de ajuda, não de advertência. Ela educa o seu filho para que a polícia não tenha que prender mais um bandido futuramente. Ele irá se lembrar por toda a vida da surra que levou da mãe e um dia irá lhe agradecer. Inibir a mãe a praticar ações corretivas não é o melhor caminho. Se ele voltar a praticar furtos, ninguém melhor que ela para novamente ensinar-lhe o caminho certo, repreendendo-o com pulso firme. As correadas não irão matá-lo e vão lembrá-lo sempre sobre o que é certo e o que é errado. A educação se dá pelo amor e pela dor.
Anderson
é leitor do Comércio da Franca
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Educar um filho, na minha opinião, é uma mistura de bom-exemplo e de interesse, da parte dos pais. A um filho não se dá apenas comida. É preciso pensar que um dia ele estará exposto à rua, à mercê de todo tipo de influência. Se você não tem condições de se dedicar à educação de um filho, não o tenha.
Paula Simone Ribeiro
é leitora do Comércio da Franca
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É um absurdo. Prender uma mãe porque corrigiu o filho com algumas cintadas? As leis brasileiras precisam ser revistas com urgência. Será que ela deveria deixar o filho se tornar um marginal, permitir-lhe que batesse nela, como fez aquele cafajeste que foi procurado pela mãe por 30 anos e, encontrado, passou a espancá-la? Quanto ao conselho tutelar, ao invés de dizerem que é crime a mãe corrigir o filho, porque não se dedicam a dar assistência para famílias que têm crianças-problemas? Eu, quando criança, lembro perfeitamente de ter levado umas “palmadas” de minha mãe, uma vez. Até hoje, agradeço a ela por aquilo. Tornei-me um homem digno e honesto.
Emílio Sicchierolli Júnior
em Brasília (DF) lê o site do Comércio da Franca
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