Reincorporados ao quadro de funcionários da Prefeitura, Marco Antonio Franceschi e Wilson Teixeira ainda não estão livres da acusação de conluio imposta a eles pelo Ministério Público e investigada pela Justiça.
Segundo a acusação, servidores públicos e donos de empresas, todos com laços de parentesco e amizade, realizaram um complô para fraudar os cofres públicos e vencer a licitação, com valor de R$ 4,1 milhão, para a execução de obras no Bagres.
Além de Franceschi e Teixeira, estão envolvidos Taísa Franceschi (dona da Betontest Engenharia e mu-lher de Marco Antonio); o ex-cunhado de Marco, José Eduardo Corrêa (dono da FFC Engenharia); o engenheiro Virgínio Reis (sócio de Taísa no projeto) e o ex-presidente da Copel, Caetano Perobelli.
Além disso, a Prefeitura ainda investiga suposta superestimativa no valor das obras. Nenhuma das apurações está concluída. Jerônimo Sérgio Pinto, secretário de Administração, diz que, embora as apurações estejam em sua fase final, não é possível determinar quando devem terminar. “As duas sindicâncias ainda não estão concluídas e não há decisão sobre o caso”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.