Policial Militar leva tiro na mão ao reagir a assalto


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Soldados da Polícia Militar fecham cerco na região do City Petrópolis em busca dos assaltantes que balearam sargento
Soldados da Polícia Militar fecham cerco na região do City Petrópolis em busca dos assaltantes que balearam sargento
O sargento Devair Ferreira Alves, da Polícia Militar, foi baleado durante uma tentativa de assalto na Rodovia Cândido Portinari na noite de quarta-feira. O policial parou seu carro no acostamento da rodovia para trocar um pneu. Quando realizava a manutenção do veículo, foi rendido por dois homens em uma moto. Um deles estava armado com revólver e anunciou o assalto. O policial reagiu e acabou levando um tiro na mão esquerda. Ele foi socorrido para o Hospital Unimed, onde foi medicado e passa bem. A tentativa de assalto aconteceu por volta das 22h50. Devair Ferreira, sargento da cavalaria da Polícia Militar em São Paulo, veio passar alguns dias na casa de parentes em Franca e estava retornando de uma chácara no município de Cristais Paulista. Um dos pneus do veículo que dirigia furou e ele parou no acostamento da rodovia para trocá-lo. Quando executava a manutenção no carro, foi dominado por dois homens, que chegaram numa moto. Um deles estava armado com revólver e anunciou o roubo. O sargento reagiu e tentou tomar a arma do marginal, que efetuou um disparo acertando a mão do policial. Os bandidos fugiram na moto. Policiais militares foram acionados e, em patrulhamento, prenderam um suspeito. O pespontador LJC, 30, morador no City Petrópolis, foi detido na porta de sua casa. “Segundo testemunhas, o rapaz chegou de moto em alta velocidade no prédio onde mora. As características dele são iguais a de um dos bandidos”, disse o sargento Fernandes. Casado, pai de um filho de 2 anos, o pespontador alega não ser o autor do crime. “Eu não fiz nada. Quando vi viaturas no bairro, saí correndo em direção a minha casa com medo deles prenderem minha moto, pois não tenho carta. Estava no bar de um amigo e ele pode falar isso”, disse o pespontador. LJC foi apresentado no Plantão Policial e, por falta de provas que o incriminassem, prestou depoimento e foi liberado.

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