Alvo de uma decisão judicial polêmica nesta semana, sendo proibido de freqüentar prostíbulos, bares e boates por dois anos, o ex-prefeito de Patrocínio Paulista, Henrique Lopes, entrou em contato com a redação do Comércio da Franca para contestar algumas informações publicadas na edição de ontem. Lopes disse que responde a três processos judiciais, sendo um pelo qual foi condenado à sanção acima, mas todos estão em fase de conclusão.
Um dos processo diz respeito a uma condenação que saiu no dia 29 de junho deste ano em que o Ministério Público processou Lopes por ter comprado material de construção sem licitação. O investimento teria sido de R$ 11 mil. De acordo com a lei, toda obra com valor superior a R$ 8 mil necessita de abertura de processo licitatório para escolher a empresa que se responsabilizará pelo empreendimento. “Da decisão desse processo eu recorri no Tribunal de Justiça. Não cheguei a pagar cinco salários mínimos a entidades assistencias conforme noticiado na matéria”, afirmou. Nesta ação, Lopes foi condenado a três anos de prisão, pena substituída pelo pagamento dos cinco salários.
Lopes recorreu da decisão e o caso ainda está sendo analisado pelo Tribunal de Justiça.
Outro processo corre contra o ex-prefeito. O promotor de Patrocínio, Christiano de Andrade, não adiantou qual seria a acusação nesse caso, afirmando apenas se tratar de improbidade administrativa.
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