Desde o início sabia que haveria falta de transparência no modo de lidar com o novo aterro. Hoje, seus gestores só se preocupam com dinheiro para financiar a deficitária Emdef. Tudo que entra some. No tempo do Dinfra, as relações com a Amcoa e o Sindifranca eram transparentes, com obrigações definidas e aprovadas pelo Ministério Público. Em momento algum escondíamos o valor recebido informando a Promotoria com regularidade.
Elson Daniel Guilherme
é ex-funcionário do Dinfra e leitor do Comércio da Franca
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