O problema é que o atendimento é péssimo. Ano passado sofri um acidente de moto e, ao chegar na Santa Casa, ouvi da enfermeira que motoqueiro gosta de fazer graça e que tinha que esperar pelo atendimento. Fiquei mais de uma hora sentindo dor e aguardando minha vez, por ordem de chegada. O atendimento só aconteceu porque fiquei bravo e “quebrei uma meia dúzia” (sic). Uma semana depois, tive uma trombose na perna, conseqüência do mau atendimento. Para solucionar o caso, precisei pagar uma consulta particular e comprar medicamentos que custaram mais de R$ 400. Coisa triste mesmo.
Ricardo Brentini
é leitor do Comércio da Franca
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