Parabéns ao Comércio pela Objetiva (publicada em 5 de agosto e disponível para leitura em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=19847). Nossa cidade precisa, urgentemente, adotar medidas eficientes de educação e fiscalização de trânsito. Em que pese termos observado que a Polícia Militar tem atuado de forma mais efetiva na fiscalização, novas políticas e medidas precisam ser implementadas para defesa do cidadão de bem. Não raras são as vezes que observamos motoristas transformarem as nossas ruas em verdadeiras “pistas de corrida”, participando de rachas e cometendo verdadeiras loucuras no trânsito, por onde circulam famílias, escolares, etc... Quando um cidadão se dá o direito de dirigir um veículo falando ao celular, sem cinto de segurança, com veículos em mau estado de conservação, luzes queimadas, alta velocidade, alcoolizado ou embriagado e assim por diante, não se pode dar ao mesmo o direito de reclamar da atuação estatal e municipal quando aplica medidas duras, mas legais, de imposição de penalidades pelo comportamento perigoso, que hoje é a principal causa de mortes prematuras que cobrem de luto tantas famílias. É mister que os órgãos policiais sejam aparelhados com tecnologias mais eficientes de fiscalização, como bafômetros, câmeras de vigilância viária e radares móveis, para atuar cirurgicamente nos locais e horários onde a efetiva atuação fiscalizadora terá o condão de evitar a ocorrência de novos acidentes. Campanhas de trânsito precisam ser levadas a todos os lugares com concentração de pessoas, e insistentemente ao ar através dos veículos de comunicação de massa para tirar a cidade das piores estatísticas nacionais de mortes em acidentes de trânsito. Quanto à fiscalização, embora seja favorável a que o cerco seja apertado contra os infratores, maus motoristas e pessoas que se utilizam de seus veículos como se fossem armas, acredito que se deva evitar ao máximo as chamadas “multas à revelia”, aquelas efetuadas sem que se dê ao cidadão ciência da transgressão e a oportunidade de corrigir de imediato o comportamento lesivo à segurança, evitando-se assim a existência de comentários maldosos sobre multas irregulares. Para finalizar, os meus sinceros parabéns a todos os envolvidos no processo de humanização do trânsito em Franca, e em especial ao Comércio, que tem mostrado de forma clara que as autoridades precisam atuar, doa a quem doer.
Paulo Orlando
é leitor do site do Comércio da Franca
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Tenho 15 anos. Me surpreendo com o péssimo exemplo dos motoristas francanos. Em pleno “horário de pico” (17h00) podemos perceber sinais vermelhos sendo avançados. Quanto risco! Até concordo com quem ultrapassa sinal em horário avançado (a onda de violência está muito alta), mas em pleno horário de “rush” não é concebível. O motorista tem que respeitar as normas de trânsito. Será que a única forma de coibir isso seria reinstalar aquelas câmaras?
Fábio José Ziliotti
é leitor do Comércio da Franca
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Qual o objetivo do jornal em colocar na primeira página dois gays se beijando? Provar que o jornal é avançado? Que a cidade não é mais provinciana? Ou simplesmente chocar? Dessa vez o meu jornal preferido ousou demais.
Cícero Marinho da Silva
é leitor do Comércio da Franca
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NOTA DA REDAÇÃO — Nem ousadia, nem pretensão de provar nada a não ser mostrar o cenário da primeira Parada Gay de Franca (a matéria, publicada em 31 de julho está disponível para leitura através do link http://www.comercio dafranca.com.br/materia.php?id=19622). Este jornal tem compromisso exclusivamente com a informação. O Comércio respeita o direito à opção sexual dos cidadãos.
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