Passar por dificuldade financeira e ter que sobreviver com menos de R$ 100 por mês por pessoa não é garantia de que a família será contemplada por um programa assistencial do governo. Na região, mais de 7 mil famílias estão na fila de espera e podem continuar nela por muito tempo.
Isso porque cada município tem apenas uma quota de bolsas a oferecer à população carente. A quantidade de beneficiados é determinada pelo governo com base nos índices de pobreza de cada município divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Uma vez alcançada a quota, mesmo que uma família atenda aos requisitos do programa de ajuda, ela fica de fora até que haja desistência. O fato de uma cidade ter mais habitantes que a outra não influencia no número de pessoas contempladas.
Há ainda exceções como aconteceu em Patrocínio Paulista. Lá, a quota teria de ser 476 famílias beneficiadas. Mas mais de 600 são contempladas. “A gente foi cadastrando e conseguiu encaixar um número maior de famílias”, disse a assistente social do Fundo Social, Tatiana Borges.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.