Estudantes aquecem negócios imobiliários


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O universitário Pedro Proglhof mostra as compras da república
O universitário Pedro Proglhof mostra as compras da república
Pelo menos 2 mil universitários de Franca moram em repúblicas e desembolsam mensalmente, em média, R$ 200 cada para pagar o aluguel da moradia. Quem ganha são as imobiliárias que trabalham com este público. Afinal, são 500 imóveis alugados por um período, ininterrupto, de, em média, quatro anos (duração média dos cursos superiores). A gerente de locação da Teixeira Imóveis, Degmar Jorge Batarra, diz que os universitários chegam a responder por 70% das locações, principalmente, no período de novembro a março. “É quando o mercado fica mais aquecido. A procura por casas, apartamentos e quitinetes é grande e nós temos interesse de trabalhar com eles. Os universitários são importantes. Pagam em dia e não causam problemas”. Para o proprietário da Agnello Imóveis, Alexandre Agnello, o público universitário ajuda a movimentar o setor, pois não pára de alugar. “Sempre há alguém procurando uma moradia. Seja mais barata, para morar sozinho, ou uma maior porque a turma aumentou”, disse. Somente nessa imobiliária, são 200 imóveis destinados para estudantes, além do Vila Brasil, um condomínio fechado com cem apartamentos. “O local é destinado para quem procura segurança. São apartamentos para até três pessoas, com portaria 24 horas, estacionamento, área de lazer e até sala de estudo”. OUTROS SETORES Não são somente as imobiliárias que comemoram a presença dos universitários. Proprietária do Restaurante Frango Assado, no Centro, Silvana Corrêa de Andrade reconhece a importância desse público. “Quase metade do meu movimento diário se deve aos estudantes universitários”. Em outros estabelecimentos, como a Fast Cópias, no Parque Universitário, os estudantes respondem por mais de 90% do faturamento. “Quando os universitários não estão na cidade, preciso fechar as portas porque não tenho movimento”, disse o proprietário, Dionísio dos Santos.

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