Os anjos do Dr. Melvin


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Em período que começou no dia 7 e terminou ontem, reuniram-se no Maksoud Plaza, na capital, médicos espíritas envolvidos no VI Congresso Nacional das Associações Médico-Espíritas do Brasil. Cerca de 830 profissionais da saúde se encontraram para propor uma medicina calcada no entendimento que nos oferece a doutrina Espírita. Entre os expositores convidados, do Brasil e do exterior, esteve o Dr. Melvin Morse, médico pela Universidade George Washington, com especialização em Pediatria. Estudou por alguns anos casos de EQM (experiências de quase morte) em crianças, sendo, por isso, convidado para proferir conferência durante o Congresso. Também esteve lá o nosso conterrâneo Fernando Américo Palermo Faleiros, que nos conta o que vai descrito a seguir: durante sua apresentação, o Dr. Morse disse que sempre foi ajudado pelos anjos e relatou casos onde viu a interferência do que ele chama de ‘anjos’. Mas, o que mais chamou a atenção dos presentes foi seu relato para este caso: quando estava arrumando a papelada para vir ao Brasil participar do MEDINESP, dirigiu-se à embaixada brasileira e entrou na fila para conseguir o visto de entrada no nosso País. , Após alguma espera, foi orientado a entrar, de novo, na fila e preencher os formulários adequadamente. Finalmente conseguiu chegar ao funcionário encarregado e entregou a papelada. Disseram-lhe que aguardasse em sua residência, que seria convocado para lhe ser entregue o documento indispensável à viagem. Aproximadamente às 18 horas do dia, recebeu uma ligação da embaixada afirmando que havia um erro no preenchimento dos pedidos e que seria impossível conceder-lhe o visto para aquele dia. O Dr. Melvin Morse já estava quase convencido que não poderia viajar a tempo para o Congresso. No entanto, por volta das 23 horas, recebeu nova ligação da embaixada e o funcionário lhe dizia que fosse procurar o visto, porquanto um anjo havia aparecido na embaixada e o convencera a providenciar a aprovação. Assim, por interferência de um anjo, o Dr. Morse veio ao Brasil e participou do Congresso. Para nós os espíritas, não é novidade a interferência dos espíritos na nossa vida diária. Seja para nos influenciar negativamente (pela obsessão), seja para nos ajudar na solução dos problemas, pela proteção benéfica que produzem. Aliás, na pergunta 459 de O Livro dos Espíritos está enfaticamente demonstrada a ação dos espíritos sobre os nossos pensamentos e atos. Não que esta ação seja irresistível e que se dê sem a nossa participação. Tudo depende da nossa vontade, no que somos secundados por aqueles que se sintonizam conosco. FELIPE SALOMÃO é bacharel em Ciências Sociais e membro da diretoria do Instituto de Divulgação Espírita de Franca (IDEFRAN)

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