Morte no trânsito


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A estrada de novo. O pavoroso acidente entre carreta e uma caminhonete comoveu Delfinópolis inteira. Eram filhos daqui e de famílias tradicionais, pessoas queridas e amigos de todos nós. Só Deus poderá dar conforto a quem sofre, conforto necessário a todos. (Leia em http://www.comerciodafranca.com.br/ materia.php?id=19854) Itovaldo Adão Teixeira em Delfinópolis lê o site do Comércio ***** O índice de acidentes de trânsito em Franca continua crescendo e, desta vez, leva gente da minha família. Perdi um tio muito bom, o Geraldinho, e um amigo, o João Paulo. É mentira que o tempo abranda a dor e a saudade. Não abranda. Somos obrigados a prosseguir. Por trás dos sorrisos, escondem-se as lágrimas da busca incansável que possa justificar a ausência. Maicon é leitor do Comércio da Franca ***** Estava passando pelo local do acidente (leia a matéria em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=19853) e vi a aglomeração de pessoas. Parei. O professor estava imóvel, sem respiração aparente. Veio o resgate dos bombeiros e o levaram. Logo depois, apareceu uma viatura da Polícia Militar e nenhum dos policiais fez nada. Deixaram a motocicleta do rapaz e seus pertences, que foram recolhidos por populares. Achei um absurdo. Entristece ver como as pessoas correm em seus veículos e entristece ver como a PM age: passam devagar, dão uma olhada e vão embora. Desrespeito à vida e frieza absoluta. Não há mesmo o que comentar sobre o que os seres humanos vão se tornando. Luís Antônio é leitor do Comércio da Franca

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