Empresa de Cássia tem capacidade para produzir 12 milhões de litros/ano


| Tempo de leitura: 1 min
Com capacidade de produção de 12 milhões de litros de biodiesel por ano, a empresa Soyminas Biodiesel, inaugurada em março de 2005 em Cássia (MG), forneceu 8,7 milhões de litros no decorrer do ano passado para a Petrobras. A empresa, junto com outras 15 no País, é detentora do Selo Combustível Social, que identifica junto ao MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) as produtoras de biodiesel que promovem a inclusão social e o desenvolvimento regional por meio da geração de emprego e de renda aos agricultores familiares enquadrados nos critérios do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). As 16 empresas, juntas, possuem uma capacidade instalada total de 866 milhões de litros de biodiesel. Em Minas Gerais, a Soyminas é a única detentora do selo. No Estado de São Paulo, há a Granol, em Campinas, Biocapital, em Charqueada, Fertibom, em Catanduva, e Ponte di Ferro, em Taubaté. As demais empresas ficam nos Estados do Mato Grosso, Goiás, Pará, Ceará, Piauí, Bahia, Rio Grande do Sul e Tocantins. A unidade piloto da Soyminas, além de possuir a refinaria de biodiesel, tem uma FAO (fábrica de óleo vegetal) com uma capacidade de esmagamento de grãos de 290 toneladas/mês, uma unidade de preparação e ensaque de farelos, um laboratório de controle de qualidade de produção e um departamento de pesquisa. UNIFRAN A Unifran (Universidade de Franca) pretende instalar, até junho de 2008, uma miniusina de biodiesel. Com investimento de R$ 1 milhão, o projeto aproveitará restos de óleo de soja (utilizado para cozinhar alimentos), transformando-os em combustível, e, a partir disso, abastecer frotas de veículos de, ao menos, 23 municípios. A miniusina será instalada em uma área de dez alqueires localizada a um quilômetro da universidade e o projeto inicial prevê a participação das prefeituras na arrecadação do óleo.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários