Realmente é muito triste a história do garoto TJB (pode ser lida no link http://www.comerciodafranca.com.br/ma- teria.php?id=19475). Acho, porém, que essa história tomou um rumo desnecessário, pois se houvesse preocupação antecipada com o garoto, poderiam ter acontecido solução ou abrandamento. Nas UBSs de Franca existe uma equipe que pode ajudar. Não podemos jogar a culpa inteiramente nas escolas ou nos profissionais relacionados à educação. Adequado tratamento psicológico teria conduzido TJB, muito antes de completar 16 anos, a outro rumo.
Entendo que a família inteira dele deveria ser orientada pela escola e por profissionais capacitados. Sabe-se que o garoto sai de casa sem alimentação adequada, vai para a escola e volta às 12h20, ficando afastado de tudo e de todos no período da tarde. Uma criança que não se alimenta direito não desenvolve bem o raciocínio. E friso, novamente: todo o atendimento necessário está disponível na rede de saúde pública de Franca.
Sandra Regina
é leitora do Comércio da Franca
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São muitos os culpados por essa situação, mas reclamar do baixo salário do professor passou do limite. Ninguém é obrigado a ser professor. Se opta, deve fazer o que de melhor puder pela educação. Existem outros, que fazem por amor, às vezes sem receber nada em troca. Estes, são heróis nacionais, mas não precisamos de um exército deles. A sociedade, que paga os salários de professores, diretores e dirigentes de ensino que se calam perante a imprensa que pergunta sobre as mazelas do dia-a-dia das escolas, quer respostas urgentes.
Adilson
é leitor do Comércio da Franca
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