A Polícia Civil fechou, na noite de ontem, um bingo clandestino que operava na região central da cidade. A operação, que terminou com a apreensão de 18 máquinas caça-níqueis, R$ 4,3 mil em dinheiro e a qualificação de 19 pessoas (sendo 4 funcionários da casa e 14 jogadores), foi deflagrada após uma denúncia anônima. Os responsáveis pela casa foram conduzidos ao 1º Distrito Policial e qualificados por envolvimento na jogatina.
O bingo foi estourado por volta de 19 horas, após uma breve investigação. Tão logo receberam a denúncia, os delegados do 1º DP, Sidnei Martins de Oliveira e Djalma Donizete Batista, montaram a operação. Um investigador, disfarçado de jogador, foi até o local, que funcionava em uma sobreloja na Avenida Antônio Barbosa Filho, região central, onde havia, até 40 dias atrás, uma boate.
Ao chegar ao bingo, o policial constatou que a casa funcionava a pleno vapor. Enquanto apurava a situação, despertou a atenção de um segurança, que passou a segui-lo. O investigador, então, alertou o restante da equipe, que invadiu o local. “Não houve qualquer tipo de reação ou violência. Pedimos que todos se afastassem das máquinas, pois a ‘casa havia caído’”, disse Martins.
Sobre a quantidade de dinheiro apreendido, o policial disse que as atividades do dia estavam apenas começando. “Com certeza, a arrecadação é expressiva. E se não tivéssemos agido, seria ainda maior, pois eles iriam ampliar a casa de jogos”, disse, referindo-se às instalações já preparadas para outra dezena de máquinas e várias cadeiras empilhadas no local. As máquinas, segundo um dos funcionários, seriam alugadas a um preço unitário de R$ 4 mil mensais.
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