O personagem atrás do microfone


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Baixinho, careca, um pouco gordinho, idade na faixa dos 30 e um sorriso simpático, além de um ótimo senso de humor. Esse é o Zé Gracinha, que ajuda Danilo Espuma fazendo a técnica do programa. Casado, pai de três filhos e amante do rádio, o simpático personagem se recusa a aparecer nas fotos (diz ser muito tímido), mas aceitou dar uma entrevista exclusiva ao Comércio. Confira. Comércio da Franca - Como é trabalhar com o Danilo Espuma no Show da Madrugada? Zé Gracinha - É um programa muito difícil, mas, ao mesmo tempo, engraçado, como se você não sentisse o tempo passar. Em relação ao Espuma, somos grande amigos desde que nos conhecemos, há cinco anos, e isso facilita muito o nosso trabalho. Comércio - E como se conheceram? Zé Gracinha - O Danilo foi fazer um teste na Difusão FM, de Pedregulho, e eu estava lá. Lembro que ele falou, por duas vezes, o nome da rádio errado. Confundiu com Difusora, de Ribeirão. Foi terrível, mas ele ficou. Desde então trabalhamos juntos, já que vim junto com ele para Franca. Comércio - E o que o Zé Gracinha faz de dia? Zé Gracinha - Trabalho no setor calçadista. Tenho uma pequena indústria que ajudo a tocar, com a ajuda dos meus filhos. Comércio - Por que não participa mais do programa? Zé Gracinha - Só a piada está bom. Minha voz é muito feia e eu não consigo falar muito bem, como o Espuma. Comércio - E o que mais gosta no programa? Zé Gracinha - A participação das mulheres. Gosto de todas as mulheres. Elas são engraçadas e interessantes. Só é chato quando malas, como os caras do Comércio, ligam tirando sarro e mandando beijos para o Sérgio Marques (editor de Esportes do jornal). Aí é chato (risos). (ES)

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