‘Para mim só tem um jeito: a morte’


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A história do desempregado EJDS, 27, se confunde com a de inúmeros viciados que são detidos furtando casas e estabelecimentos com objetivo de angariar recursos para comprar entorpecentes. Sua especialidade são pequenos produtos dentro de supermercados. Comércio da Franca - Ha quanto tempo você usa drogas? EJSS - Sou viciado em crack desde os 14 anos. Estou desempregado e furto para sustentar meu vício. Comércio - Você já furtou dentro de casa? EJSS - Não. Nunca roubei nada em casa e nem dos vizinhos. Eu pratico furto nos supermercados. Pego chocolates, perfumes, tudo que estiver fácil. Comércio - Quantas vezes você já esteve preso? EJSS - Já fui parar na cadeia duas vezes. Agora a polícia já me pegou outras vezes com maconha, só que não fiquei preso não. Comércio - Já pensou em parar? EJSS - Já pensei sim, mas de usar drogas não. Sou viciado há muito tempo. Não tem mais jeito pra mim. Comércio - Por que você fala que não tem mais solução? EJSS - Ah... Porque sim. Para mim só tem um jeito: a morte. Eu não penso em largar as drogas, então não tem jeito.

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