Se o Benefício de Prestação Continuada (para compreender: o BPC é um auxílio assistencial de um salário mínimo pago mensalmente a deficientes, impossibilitados de prover sua manutenção ou tê-la provida por sua família; quem trabalha não pode ter acesso ao benefício) estivesse atrelado a uma atividade, cursos, prestações de serviços comunitários, dentro das limitações de cada um, os próprios deficientes procurariam uma atividade para não perdê-lo. O INSS deveria ter peritos para atestarem a concessão do benefício e convênios com instituições de inclusão social para encaminhar essas pessoas. De outro lado, como o benefício é concedido incondicionalmente, é arriscado para o beneficiário procurar um trabalho em carteira.
Rosa Santa Batista
é bancária e integrante do Conselho de Leitores do Comércio
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