Cadê o time?


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Daqui a seis dias o Unimed/Franca apresenta seu time, mas até o momento nada indica que estará completo. A diretoria disse ontem que devem faltar três jogadores para completar o elenco. "O time se apresenta com os que estão certos", afirmou o diretor Marcos Batista. De acordo com o que o técnico Hélio Rubens Garcia previu ao final do Nacional, o time desta temporada precisaria de oito a dez jogadores adultos e dois juvenis. O elenco atual é composto por Helinho, Rogério, Matheus, Alfredo e Drudi, além dos juvenis Zezinho, Rafael Mineiro e Cauê. As negociações para trazer novos atletas ou renovar contratos dos que interessam estão paralisadas. Faltam dois pivôs e um ala. Os nomes envolvidos são os de Murilo, Estevam e Valtinho. O diretor Marcos Batista comentou ontem à tarde, por telefone, que Valtinho esteve na cidade e conversou com o clube. "Ele disse que tem interesse em jogar em Franca e nós reafirmamos nossa intenção de contar com ele. O Valtinho foi para Uberlândia saber o que aconteceu com o clube e ficou de retornar a fim de nos dar uma resposta", revelou. Na semana passada, a imprensa mineira divulgou o fim do clube de Uberlândia e a liberação de todos os seus jogadores. O pro-blema para Franca é que o atleta deverá se apresentar à seleção na próxima sexta-feira a fim de treinar para o Pré-Olímpico, o que pode atrasar uma eventual definição, assim como ocorre com Murilo. O pivô, aliás, declarou anteontem ao Comércio não ter interesse em definir qual clube defenderá antes do Pré-Olímpico que será disputado até o início de setembro nos EUA. Ontem, diretores do clube local revelaram não ter sequer conversado com o jogador depois de ele ter retornado do Pan-Americano do Rio de Janeiro. "Ele deve estar cansado e vamos procurá-lo ainda nesta semana", disse Batista. Já a negociação com Estevam está paralisada e pode ser até encerrada. O principal problema na renovação seria a intenção do clube diminuir seu salário. Nenhuma das partes informa valores. O pivô comentou anteriormente que tinha propostas da Argentina, Venezuela e de três clubes brasileiros, onde os ganhos seriam maiores em relação aos oferecidos pelo Unimed/Franca. Sem acerto, resta procurar alternativas. "Vamos precisar de um pivô, com certeza", adiantou o diretor.

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