Das dez mortes registradas até ontem no mês de julho, metade foi provocada por atropelamentos. Outras três envolveram motociclistas e duas colisões de carro e caminhão.
O primeiro atropelamento do mês aconteceu no dia 12 de julho e vitimou a camareira Cássia Cristina Pilutti, 25. Ela saía do trabalho, no Tower Hotel, e se preparava para ir para a casa no Jardim Zelinda. Foi atropelada por uma moto quando tentava atravessar a Avenida Santos Dumont, no início da noite.
Socorrida para o Hospital Unimed, Cássia Cristina não resistiu aos ferimentos e horas depois morreu.
O mais trágico atropelamento foi registrado na última sexta-feira e tirou a vida do funcionário da Colifran, Jean D’Ílio Rodrigues, 19. O rapaz trabalhava como lixeiro da empresa e morreu durante o horário de serviço. Ele caiu debaixo do caminhão e teve a cabeça dilacerada pelas rodas do veículo. O acidente chocou seus amigos de trabalho, que ficaram revoltados e denunciaram a falta de segurança no caminhão.
Outras vítimas de atropelamento neste mês foram: a sapateira Josimara Rodrigues da Cruz, 19, no Distrito Industrial (dia 16); o sapateiro Glaydson José de Souza, 41, na Avenida Presidente Vargas (dia 22) e o carroceiro João Gobbo, 83, na Avenida integração (dia 19).
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