Para facilitar o acesso dos deficientes ao mercado de trabalho, a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e Adefi (Associação dos Deficientes Físicos de Franca) realizam cursos de capacitação para seus freqüentadores. A preparação varia de acordo com o aluno e já ajudou a colocar mais de 60 deficientes em empresas da cidade.
Na Apae, a assistente social Maria José F. Santos Almeida coordena o Programa de Ensino Profissionalizante. Nele, os deficientes recebem treinamento para ocupar diferentes funções e aprendem a ter respeito e assiduidade dentro da empresa. “O deficiente precisa saber o que vai encontrar lá fora. A adaptação não é fácil. Os deficientes mentais são mais limitados, mas o curso tem conseguido colher bons resultados”.
Maria diz que mais de 30 foram empregados e outros 50 estão em capacitação.
A Adefi, além de manter um banco de currículos e um trabalho de “garimpar” vagas nas empresas de Franca, também capacita seus deficientes com cursos profissionalizantes, entre eles o de informática. “Se não oferecermos essa capacitação, a inserção do deficiente acaba não existindo”, disse a presidente da instituição Wilma Yara de Moraes Pereira.
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