Vagas surgem em diferentes áreas


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Produção, administração e atendimento ao público. Essas são algumas das áreas que mais empregam deficientes nas empresas de Franca e região, segundo levantamento informal do Comércio da Franca. Com 380 funcionários, a fábrica Carmen Steffens está atualmente com seis vagas abertas na produção. Ana Tereza Lara e Silva, responsável pelo Departamento de Recursos Humanos, diz que não existe um perfil específico de candidato para a vaga. A única exigência é o deficiente se adaptar à função a ser executada. “Os benefícios e os salários são compatíveis com o cargo e iguais a qualquer outro funcionário na mesma atividade”. A Calçados Mariner também precisa de deficientes para compor seu quadro de funcionários. Com um deficiente na função de porteiro, a empresa tem vaga para mais cinco portadores de deficiência para as áreas de produção e administração. “O tratamento é de igual para igual, mas temos dificuldades de encontrar deficientes para funções operacionais”, disse Juliano Pereira da Silva, do RH da empresa. “Quando surgem interessados, eles não se encaixam na vaga oferecida. Muitos deficientes visuais se candidatam às vagas, mas não temos uma função para eles. É claro que precisamos adaptar o serviço na empresa a partir da deficiência do funcionários, mas nem sempre isso é possível”, explicou. Na Unifran (Universidade de Franca), as vagas para deficientes ainda não estão abertas, mas é certo que novas oportunidades surgirão a partir de uma reestruturação na instituição. “Temos dois deficientes na área administrativa, mas em breve abriremos novas vagas”, disse Ivanete Aparecida da Silva, supervisora de RH.

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