Como planejar a aviação


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Como se planeja o setor aéreo? Um bom exemplo a ser seguido é o do FAA (Federal Aviation Association), entidade reguladora do setor aéreo norte-americano, o planejamento está estruturado a partir dos seguintes pontos: a aviação está mais segura do que nunca, a capacidade deve crescer de acordo com a demanda, e deve ser estruturada a partir de um bom ambiente. Essas idéias estão expostas no documento “Draft Flight Plan 2008-2012”. A idéia central é redesenhar o sistema de aviação norte-americano, para que funcione sem percalços até 2025. “Nós devemos manter os relacionamentos produtivos que forjamos com nossos parceiros internacionais, e nós devemos continuar a fornecer a todos os americanos o melhor valor possível para o seu investimento”, ressalta o documento. *** Os números ajudam. O número de acidentes na rede aérea comercial despencou 63% nos últimos dez anos, enquanto os acidentes no setor aéreo em geral foram consideravelmente reduzidos. Segundo a entidade, “nosso sistema precisa continuar a mudar para acompanhar as necessidades de crescimento do país, atraindo as mais brilhantes mentes da indústria, encorajando nossos empregados a atingirem a excelência em tudo o que fazem, e usando as vantagens das novas tecnologias”. *** O trabalho implementará uma metodologia chamada de NextGen (Next Generation Air Transportation System), para acompanhar o ritmo de avanço da quantidade de passageiros (cerca de 800 mil passageiros/dia), introdução de novas tecnologias (como os micro-jatos e os sistemas de aviação automática) e o aumento da quantidade de vôos a baixo custo. *** Os principais projetos a serem implementados serão os seguintes: – Adoção do Automatic Dependent Surveillance-Broadcast (ADS-B), tecnologia via GPS que será aplicada para fornecer aos controladores de vôo e aos pilotos informações mais detalhadas sobre a identificação, posição e velocidade dos aviões no espaço aéreo norte-americano. – Implementação do Required Navigation Performance (RNP), capaz de complementar a precisão das informações de navegação aérea, reduzindo o espaço, sem comprometer a segurança. – Modernização do controle de tráfego aéreo, com o desenvolvimento do chamado User Request Evaluation Tool (URET), que automaticamente detecta e avisa os controladores de vôo sobre os conflitos entre a frota aérea e as condições climáticas, realocando os vôos via rotas alternativas e ajudando a reduzir o número de mudanças, com conseqüente queda de custos. – Adoção do Improving Runway Safety, para informar aos pilotos as condições de pouso e decolagem, principalmente à noite ou com más condições climáticas, ou quando a tripulação não está familiarizada com o layout do aeroporto. Com Tatiane Correa, do Projeto Brasil DEFESA - 1 A nomeação de Nelson Jobim para Ministro da Defesa não é uma mera troca de cargo. O desafio de Jobim, no fundo, será construir o Ministério. Trata-se de uma organização sem estrutura, cargo, em tudo dependendo das Forças Armadas. Seu desafio será montar o pensamento estratégico, comando e capacidade política para administrar conflitos. O principal desafio do governo era resolver o problema do comando da crise. DEFESA - 2 Na avaliação do Planalto, a crise do setor foi decorrência de três fatores: ganância das companhias, comodidade dos usuários e, principalmente, atitude contemplativa das autoridades da área. O terceiro item será combatido com a indicação de Jobim e com o novo papel conferido ao Conselho Nacional da Aviação, que passará a ser reunir mensalmente e a definir as regras do setor. DEFESA - 3 Pensou-se inicialmente em afastar a direção da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Decidiu-se que seria inútil. Primeiro, porque atrasaria a implementação das medidas já que, primeiro, teria que se proceder a troca. Agora, com a orientação do Conac, vai se avaliar com lupa a atuação da Anac. Não estando a contento, providenciam-se as alterações, mas sem atrasar as medidas que precisaram ser tomadas agora. TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO Os quatro principais estados beneficiários da transposição das águas do São Francisco - Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará - decidiram criar um comitê interestadual de apoio ao projeto. Cada estado terá um Comitê Pró-interligação de Bacias do São Francisco e uma das estratégias do grupo será tentar mudar a opinião dos vizinhos Bahia, Sergipe e Alagoas, atualmente, contrários à transposição. BUROCRACIA A Samsung fabrica monitores em Manaus. Seu produto é vendido no mercado brasileiro há muitos anos. Resolveu abrir uma nova unidade em Campinas. Para se habilitar aos benefícios da Lei de Informática, precisaria comprovar o PPB (Processo Produtivo Básico), que atesta que ele fabrica mesmo o produto aqui. Foram oito meses, mais de cem assinaturas, até obter a aprovação das autoridades federais. CONVERGÊNCIA Segundo a empresa, o próximo ano será o da convergência digital. Em breve a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deverá libera o 3G e o wimax (que permitirá montar redes de banda largas nas cidades). No ano que vem haverá a convergência da televisão com celular. Em dois anos, da televisão com computador.

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