A ‘mamata’ dos bancos


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O Edward de Souza está certo. Sua crônica sobre os bancos (publicada pelo Comércio em 19 de julho, pode ser lida no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=19212) está coberta de razão. Além de podermos pagar contas em lotéricas, supermercados e até em ônibus, como ele citou, aqui em Santo André tem uma ótica que recebe contas e boletos bancários. Já nas agências bancárias são os próprios clientes que trabalham para os bancos fazendo depósitos, pagando contas, pedindo empréstimos, tirando saldos e extratos. Os bancos oferecem, no máximo, alguém trajando camiseta com um “Posso ajudar?”. Os caixas com gente mesmo, de verdade, são poucos para as filas cada vez maiores em busca de serviços que não podem ser realizados pelos caixas eletrônicos. Precisamos continuar gritando. Hildebrando Pafundi Em São Paulo (SP) lê o site do Comércio da Franca ***** Excelente matéria. Palavras fáceis para entender qual é a dos bancos e disponível pela Internet. A gente se informa e não gasta. Mary Menezes Barbosa Pimentel é leitora do site www.comerciodafranca.com.br ***** O colunista tem absoluta razão ao comentar sobre a mamata dos bancos. Fui gerente de uma instituição financeira por 26 anos. Fui transferido, em certa data, para Teresina, no Piauí, para ser subgerente de uma agência que tinha 74 funcionários, 3 em nível de gerência. Na época, Sindicato dos Bancários era o maior sindicato do País e tinha uma força incrível, só perdia em fama para o dos metalúrgicos do ABC. Veio a informatização dos bancos e os clientes passaram a fazer quase tudo nos caixas automáticos. Os bancários perderam o emprego. Hoje, se paga conta em lotecas, supermercados, lanchonetes, farmácias, etc... São equipamentos fazendo as vezes de bancários. O banco no qual trabalhei, no Nordeste, foi vendido em 1994 ao Banco Bandeirantes e registrava um movimento infinitamente maior ao de quando comecei, só que com 13 funcionários, 6 em nível de gerência. É por isso que os banqueiros estão tendo lucros astronômicos a cada trimestre, ganham e roubam (sic) e ninguém faz nada... São grandes contribuintes de partidos políticos mas não fazem graça para empresas que geram emprego e as obrigam a pagar juros absurdos. Leio sempre o Comércio. Meus pais eram da linda e querida cidade de Franca e ler o jornal me faz matar um pouco da saudade que a distância me traz. Cumprimentem o Edward de Souza por mim. Antônio R. Barbosa (Tonhão) Em Terezina (PI) lê o site www.comerciodafranca.com.br

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