Não sei se todos concordam comigo, mas esta linha editorial ‘moderninha’ não condiz com a relidade de um jornal sóbrio e que pretende informar e cooperar com a sociedade a qual representa. Estes tipos que têm sido vistos na capa do Comércio se vangloriando de suas trapaças e bandidagem deveriam ser tratados conforme seus crimes, ou seja, deveriam figurar apenas na página policial. Será que estou errado? Será que roubar, enganar, praticar violência, agora é moda? Vamos enaltecer o que merece ser valorizado! Tem tantos, de atitudes maravilhosas em nossa cidade, pessoas que se dedicam a ajudar os outros, pessoas trabalhadoras, atletas, artistas (de verdade), empresas que geram serviço, etc.
Luís César
é leitor do Comércio da Franca
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NOTA DA REDAÇÃO — O Comércio da Franca trabalha com informações e não ajuíza seu conteúdo factual para dividi-las em “isso pode” e “aquilo não pode”. Aos nossos leitores garantimos conhecimento dos fatos assim como eles são, sem qualquer maquiagem. Assim é que produzimos com o mesmo critério e equilíbrio, matérias como a citada pelo leitor — publicada em 5 de julho e disponível para leitura no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=18736) — e outras, destacando pessoas simples que ajudam o próximo, drogadependentes que querem deixar o vício, profissionais que usam mal seus direitos corporativos para enganar e ludibriar a fé pública. O critério que embasa o dia-a-dia do Comércio é o do compromisso com a informação que devemos tornar pública, doa a quem doer.
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