O novo conselho


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O Comércio da Franca recebeu no dia 7 de julho seu novo Conselho de Leitores para 2007/2008. Estiveram presentes Alexandre Henrique Leonel, Ana Célia Nascimento Borges, Camila Beghelli Schirato, Dinamar Lacerda Domiciano, Irinéia Donizete da Silva, Juliana Sanches Passos, Luis Eduardo Marques Ferreira, Marco Aurélio Piacesi, Ricardo Veríssimo Júnior, Rosa Santa Batista e Sérgio Coelho Lanza (titulares); Ana Célia de Freitas, Carlos Eduardo Gimenes de Matos, Marcos Donizete de Souza, Margaret Aparecida do Nascimento Leite, Tatiane Cristina Venuto e Thaís Aparecida Machado (suplentes). Tiago Monteiro Martins justificou ausência. Foram recebidos pela presidente do Conselho de Administração, Sônia Machiavelli Corrêa Neves, o diretor-responsável Corrêa Neves Júnior, a editora-chefe Joelma Ospedal; o gestor de Relações Corporativas e Editor de Opinião, Luiz Neto; o diretor da rádio Difusora, Everton Lima, e pela gestora de Recursos Humanos do jornal, Patrícia Leal. PIQUE TOTAL O primeiro encontro serviria a princípio para apresentação e tira-dúvidas sobre o Regulamento Geral do Conselho, mas foi mais longe: acabou se transformando em reunião de trabalho, e trabalho pesado. Começou às 9 horas e estendeu-se até 14h45. Corrêa Neves Júnior posicionou o jornal e a rádio perante o grupo e fez pequeno resumo das contribuições do primeiro grupo de conselheiros, que terminou sua gestão uma semana antes. SUPLENTES? Por força de norma, apenas os doze conselheiros titulares participariam formalmente das reuniões bimestrais, mas a grita dos seis suplentes falou alto: por sugestão de Thaís Machado e aceite dos doze e da direção, também eles terão a possibilidade de se integrarem aos encontros previstos. FALEI TÁ FALADO Marco Piacesi tomou a palavra e falou sobre a exposição que os conselheiros têm, nem sempre bem compreendida. Disse que foi procurado como médico emergencialista e sindicalista por veículos de comunicação mas, antes de qualquer atividade, perguntaram-lhe se ele poderia falar a outros meios de comunicação, já que agora, “trabalhava no Comércio”. “Expliquei que não trabalho aqui e que apenas iria participar de grupo crítico sobre a atividade jornalística. Mas foi estranho: não esperava que o conhecimento sobre minha participação andasse tão rápido. Isso faz pensar sobre a grande responsabilidade que cabe a mim e a todos nós. Mas já deixo claro: o que eu disser aqui, está dito e ponto final”. EM ANÁLISE O caso do menor que furtou centenas de bicicletas e várias motos (manchete do dia 27/06), e que, por determinação dos códigos brasileiros de proteção e defesa da criança e do adolescente permanece em liberdade, tomou conta do encontro. Corrêa Neves Júnior falou sobre as centenas de comunicações de leitores, internautas e ouvintes de rádio, criticando ou concordando com a publicação de entrevista com o menor, além de foto em capa (sem identificá-lo). Os conselheiros se dividiram: “chocou a sociedade e deveria ter entrado mais fundo nas leis que proíbem a prisão do infrator” (Irinéia); “tem que publicar pois a população precisa ficar consciente e se posicionar” (Thaís), “o que fere é saber que a OAB, a Câmara, Ministério Público, não se manifestam nestas ocasiões” (Piacesi); “as reclamações acontecem porque ninguém quer sair de sua zona de conforto; sabe que é verdade, mas quanto mais longe, melhor” (Marcos); “os políticos preferem ficar em cima do muro; o Pedro Simon disse que sua posição sobre idade criminosa, já mudou de lado pelo menos uma dez vezes” (Lanza).

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