Infelizmente esse “rei do furto” não tem uma mãe como a minha que me fez devolver um objeto furtado aos sete anos de idade e me fez passar a maior humilhação de toda minha vida. Hoje, mesmo passados quarenta anos, ainda me envergonho da situação embaraçosa pela qual passei. E aprendi a lição: aos 17 anos devolvi ao tesoureiro da Faculdade onde estudava um valor que me foi entregue por engano. E fui premiada por isso com meia bolsa de estudos.
Rosa Santa Batista
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é integrante do Conselho de Leitores do Comércio da Franca
Se a mãe desse moleque não dá conta do recado ele tinha que ser mantido preso. Onde já se viu uma coisa dessas! O pirralho se vangloria e tem a petulância de repetir tudo dentro da própria delegacia porque sabe que vai sair impune! Cadeia para ele antes que ele comece a dar cartões de visita como os vilões de estórias em quadrinho!
Marco
é leitor do Comércio da Franca
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