“Nunca vou esquecer de minha primeira transa, que aconteceu na casa de meu namorado. Ele mora há três quarteirões da minha residência e, por esse motivo, sempre ficamos juntos. Não tínhamos planejado nada neste dia. Não me lembro com qual roupa eu estava, mas deveria ser uma calça jeans e uma blusinha comum.
Ele, com certeza, deve lembrar... Não tinha ninguém na casa dele e, por isso, começamos a trocar carícias de um jeito diferente. Já havíamos ficado sozinhos outras vezes, mas aquele dia me senti mais à vontade ao lado dele.
Eram mais ou menos 6 horas da tarde e estava um dia fresco. Começamos a nos empolgar e fomos para o quarto dele. Não falamos nada um “pro” outro, só nos beijávamos. Quando percebemos que ia rolar de verdade, ele pegou uma camisinha e... foi. Não tiramos toda roupa. Nos deitamos na cama de solteiro dele, fechamos a porta do quarto para ficar mais escuro, pois sou muito tímida.
Ele fez tudo bem devagar, pois tinha medo de doer. E não doeu. Ele me respeitou até o último momento, pois eu tinha medo de me machucar. Demoramos um pouco para acabar. Quando acabou, não falamos nada um com o outro. Não sei porquê, mas ficamos em silêncio até arrumar tudo que havíamos desarrumado.
O mais estranho foi quando saímos da casa dele. Parecia que todo mundo que estava passando na rua, os vizinhos, sabiam de tudo.
Fomos para minha casa a pé e não falamos com ninguém. Tomei um banho e continuamos quietos, nem olhávamos para o lado. Ele parecia que estava feliz e eu... bem, não sei traduzir direito o que sentia. Acho que estava constrangida. Hoje, fico bem mais à vontade quando fazemos (sexo). Minha família gosta muito dele e tenho certeza que ele será o homem com quem vou me casar”.
Emanuelle (nome fictício), tem 20 anos e é estudante. Ela namora há três anos e perdeu a virgindade no ano passado
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