Ele tem apenas 17 anos, mas pode tirar seu sono


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Quem está errada é a justiça social do País. Esse é o problema... O jornal tem que informar (só fez o papel dele!), prá (sic) você e eu ‘ficar esperto certo mano’? (sic). Ter gente assim não é vergonha para a cidade. Tem menino assim em todos os lugares. Concordo com o Gilmar Dominici (ex-prefeito de Franca, em e-mail ao Comércio sobre o assunto) que disse que o ego do marginal mirim (não tão mirim assim!) foi massageado, mas e daí? É o típico indivíduo com vida curta. Agora, taxar o jornal de fazer apologia ao crime, isso é ridículo! Isso é apenas liberdade de imprensa. Será que o Brasil não assistiu “Falcão - Os Meninos do Tráfico’?. Espero que o jornal continue fazendo o seu papel, pois só assim o cidadão vai saber o que realmente acontece nas ruas e parar com esse ‘delírio’ de achar que tudo é belo, cheiroso e limpinho. Só desta forma é que alguns poderão arregaçar as próprias mangas e fazerem suas partes para que este País melhore, de verdade. Dario Pimentel é leitor do Comércio da Franca ***** A meu ver, está sendo um absurdo um jornal dessa competência gloriar um menor infrator. A cada notícia dada sobre esse infrator, só resulta em massagem para seu ego e do aumento de sua vontade em desafiar as leis, com a certeza de que não será punido. Como ele mesmo disse na reportagem passada, mesmo completando 18 anos ele tem certeza de que prisão não vai adiantar em nada. A vocês, caros editores, cabe a função de acreditar na justiça e demonstrar que algo será feito, não colocando um marginalzinho (sic) na capa de um grande jornal. Espero que vocês acolham este comentário e comecem a mostrar o que a justiça faz. Visitem os fóruns e conheçam o trabalho de digníssimos juízes, fazendo o que lhes cabe. Não mostrem somente a tragédia, mais também o que acontece com quem contraria a ordem e a justiça! Mariani é leitora do Comércio da Franca ***** NOTA DA REDAÇÃO — Continuamos a publicar comunicações de leitores sobre o menor que furta e que permanece livre. Reafirmamos a defesa intransigente do rigor jornalístico factual nas matérias que publicamos. Infelizmente, ao contrário do que escreve a leitora Mariani, não há muito o que mostrar no Brasil, em relação a decisões judiciais perante casos que envolvam menores. A justiça é lenta os códigos processuais, superados. Certamente, o cenário que a leitora e este jornal desejariam que existisse para que fatos do tipo não tivessem que ser mostrados ao conhecimento público, ainda é utópico.

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