A Câmara Municipal realizará, novamente, a prova para a contratação de dois advogados. A avaliação já foi aplicada no ano passado, por meio de concurso, mas foi impugnada pelo Ministério Público por conter 27 questões, de um total de 50, plagiadas de uma prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
Não haverá novas inscrições e somente os 104 candidatos inscritos para o primeiro processo participarão da disputa. Os dois aprovados trabalharão oito horas por dia e receberão R$ 2,2 mil mensais.
Na oportunidade, a elaboração e aplicação da avaliação foi feita pelo Uni-Facef (Centro Universitário de Franca), que, por ser autarquia municipal, não cobrou pelos seus serviços. Mas, como diz o ditado popular, “o barato sai caro”. Tanto que, agora, a Câmara contratará a Vunesp para realizar o concurso e terá de desembolsar pelo menos R$ 15 mil, além do recolhimento das taxas de inscrição (R$ 60 por candidato), que totalizam outros R$ 6,8 mil.
O presidente da Câmara, Joaquim Ribeiro (PSB), não foi encontrado para falar sobre a realização das provas, mas de acordo com fontes ligadas ao seu gabinete, o objetivo de Ribeiro é que aconteça , de preferência, até setembro.
ANALISTA
Uma outra prova deverá ser aplicada simultaneamente pela Vunesp para preencher outro cargo no Legislativo local. A função de analista de sistemas, com vencimentos de R$ 1,8 mil, também constou do concurso da Câmara, mas somente um candidato conseguiu pontuação para se habilitar para o cargo. Mas, por não ter a formação necessária em ciências da computação, não pôde ser contratado. Para não ter erro, desta vez, os candidatos poderão ser formados em cinco áreas distintas da informática.
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