A população de Franca sabe bem o que é ficar sem abastecimento de água. Em janeiro, após um forte temporal que caiu sobre a cidade, as máquinas de captação da Sabesp ficaram inundadas de lama e queimaram. O resultado do acidente foi mais de 300 mil habitantes sem água durante quase uma semana.
Com as torneiras secas, a água em galões sumiu das prateleiras dos supermercados e das distribuidoras. Na correria pela água, minas, poços artesianos, bicas, caminhões-pipas e até água da chuva viraram opção para amenizar o problema.
Rui Engracia Caluz, gerente distrital da Sabesp, diz que a falta d’água não chegará a esse patamar, mas poderá deixar um bairro inteiro sem fornecimento por um dia, nos períodos mais críticos, entre agosto e outubro. “Estamos trabalhando para aumentar a produção do Rio Canoas no horário de pico, mas precisamos da colaboração da população. A falta d’água nesse período só será resolvida com o novo sistema de captação do Rio Sapucaí-Mirim”.
A obra está prevista para ser iniciada no ano que vem e ter conclusão em 2011.
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