Paschoal não acredita em irregularidade


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O chefe de Gabinete, José Paschoal Ribeiro, esteve tranqüilo durante todo seu depoimento. Respondeu a todas as questões e preservou, a todo momento, o prefeito Sidnei Rocha. Para o presidente da CEI, Silas Cuba, suas declarações foram “claras, mas contraditórias”.Veja a entrevista. Comércio - Por que essa diferença tão grande (R$ 1,3 milhão) entre o projeto da Betontest e o estudo da Emdef? Paschoal - Não sou técnico no assunto. É fato que existe um orçamento feito em profundidade x e outro em profundidade y. Estamos encomendando um terceiro estudo para saber quem está certo. Comércio - As empresas explicaram o porquê de tanta diferença? Paschoal - De acordo com a avaliação da Emdef, os canos da Sabesp impedem o alargamento do canal e o desnível topográfico do local não permite o aprofundamento previsto no projeto elaborado pela Batontest. Comércio - O senhor diz que ficou sabendo da irregularidade na licitação por uma denúncia anônima. Avisou de imediato o prefeito? Paschoal - Não, levei de quatro a cinco dias. Comércio - Para o senhor, as outras obras executadas pela Betontest e FFC na cidade podem conter irregularidades? Paschoal - Acredito, a princípio, que não houve irregularidades. O Jurídico está examinando toda a documentação, que o MP e CEI também pediram. Certamente ambos vão fazer a avaliação necessária.

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