Vocês não vão acreditar! Esse mesmo indivíduo ligou para a polícia no dia 26 de junho pedindo proteção pois uma de suas vítimas estava querendo bater nele. E a polícia teve que atender. Que mundo é esse?
Marco
é leitor do Comércio da Franca
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Acredito que errados estamos todos nós, pois esta é simplesmente a realidade do nosso dia-a-dia. Talvez agora a gente se preocupe mais em ver o que nossos filhos andam fazendo. Talvez tenhamos a chance de mudar ou inibir outros do tipo que certamente vão aparecer.
Jorge Luís Liporoni
é leitor do Comércio da Franca
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‘Oba, oba, oba, Charles; como é que é, my friend Charles; como vão as coisas Charles; Charles Anjo 45, protetor dos fracos e dos oprimidos; Robin Wood dos morros, rei da malandragem, um homem de verdade’ (Jorge Benjor). Só em letra de música é que fica legal um caso deste tipo. Gente, a matéria ‘Ele tem só 17 anos e pode tirar o seu sono’ saiu um pouco da ética. Afinal o Comércio sempre foi um jornal informativo e cultural, mas pintar (sic) um moleque marginal (sic), vagabundo (sic), ordinário (sic) e vil (sic), fazendo pose em primeira página é puro Notícias Populares. Vender é bom, mas incentivar um desgraçado (sic) desse a contar estórias como um enredo de filme, é dar voz a quem merece o isolamento. Não deixem a arte da imprensa que vocês fazem perder o equilíbrio e a qualidade. De qualquer forma, sou leitor fiel e fã desta grande empresa de notícias, mas fica aqui meu comentário.
Ângelo Thomaz
é leitor do Comércio da Franca
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As leis precisam ser mais rígidas. Com um projeto eficiente este menor pode ser recuperado. Ainda assim, se escolher ficar do lado errado, deve ser vigiado e obrigado a participar de cursos e trabalhar para sustentar seus monitores e sua comida. Pena de morte não resolve. Precisamos mostrar um novo horizonte, para que os que já estão no crime refaçam suas opções e para que os que pensam em entrar. desistam com condições de sustentar a si e suas famílias. Outra questão: a mídia precisa voltar a valorizar questões morais e religiosas. Atitudes que desvalorizam a família (como nas novelas) só servem para promover a violência e o crime.
Luís César
é leitor do Comércio da Franca
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O enfoque dado pela rádio (Difusora) e a foto na primeira página do jornal servem como estímulo para que este jovem continue no mundo do crime. Ele, com certeza, está se sentindo importante pois seu ego foi massageado com o destaque que recebeu.
Gilmar Dominici
ex-prefeito de Franca, é leitor do Comércio
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NOTA DA REDAÇÃO — O caso do menor responsável pelo roubo de dezenas de bicicletas ensejou o recebimento de centenas de e-mails pelo Comércio, nos quais os leitores do jornal impresso ou do site expuseram livremente seus pontos-de-vista em efetivo exercício democrático. A Editoria de Opinião decidiu por aguardar a sedimentação da compreensão sob o assunto exposto na capa de 27 de junho (disponível para leitura no link http://www.comerciodafranca.com.br/mate-ria.php?id=18420) e em notícias complementares publicadas quando o menor voltou a delinqüir. O Comércio não abre mão de sua missão de informar com ética e lisura, até mesmo retratando, em casos similares, o perfil do delinqüente para auxiliar a compreensão dos assuntos tratados. Há aqueles que entendem e estimulam a abordagem jornalística nua e crua e há os que a definem como catalisadora de pretenso esforço de venda de jornal. Este periódico, em seus 92 anos de atividades ininterruptas e causa mesmo esse tipo de discussão apaixonada.
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