Pichação de Brasília pode ser paga pela prefeitura


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O funcionário Amadeu mostra escritos na parede do vestiário reservado aos visitantes no Póli
O funcionário Amadeu mostra escritos na parede do vestiário reservado aos visitantes no Póli
A Feac (Fundação Esporte, Arte e Cultura) fará uma vistoria no vestiário reservado aos times visitantes do Ginásio Poliesportivo. A intenção é avaliar os custos de um estrago causado pelos jogadores de Brasília, atual campeão brasileiro da modalidade. Depois da final do Nacional 2007, realizada sexta-feira passada, várias inscrições apareceram na parede do vestiários dos visitantes. Entre outras, "Era com o Coc e agora é Brasília"; "Alex, campeão brasileiro 2007"; Arthur, # 4, campeão 2007. É foda, Bi !!!"; "Nezinho, campeão 2007", e alguns outros impublicáveis por serem de baixo calão. Visualmente, nada foi quebrado e a pichação foi atribuída aos jogadores de Brasília. Segundo o diretor da fundação, Humberto Mazza, um dos responsáveis pelos próprios esportivos do município, contratualmente a responsabilidade pelo zelo do prédio é do Franca Basquete. "O espaço estava cedido ao clube para realização de um jogo", disse. Contudo, ele comentou que a depender dos custos para a reforma do local, nenhuma medida deve ser tomada contra os clubes e a Prefeitura poderá realizar o serviço. "Vou amanhã (hoje) ao ginásio para ver o que foi feito. Talvez uma lata de tinta resolva tudo. Isso não custaria mais do que entre R$ 20 e R$ 40", explicou Mazza. As inscrições nas paredes dos vestiários podem ser consideradas como "desforra" dos atletas brasilienses. Isso porque ao final da partida, a torcida local arremessou objetos nos visitantes que ainda foram impedidos de levar a bola do jogo e as redinhas dos aros do ginásio. Aliás, o ato de arremessar objetos na quadra pode render ao Franca Basquete a perda de mandos de jogo no próximo Nacional. A CBB (Confederação Brasileira de Basquete) não se pronunciou se haverá punição.

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