Os bandidos estão organizados. Quando assaltam têm a certeza que vão se dar bem. A escolha das vítimas não é por acaso. Antes se informam, pesquisam e planejam a ação. Não adianta reagir ao assalto, pois o bandido acuado ataca com mais violência. As pessoas precisam se organizar, evitar correr riscos desnecessários a exemplo de transportarem dinheiro, fazerem sempre o mesmo trajeto. Devemos encarar a realidade. A violência está em todo lugar e temos que nos manter em alerta, colaborando com a polícia através da denúncia de atitudes suspeitas. Se for possível, nunca ficar sozinho. Se a população também se organizar a criminalidade diminuirá, mesmo porque, nós somos maioria.
Rosa Santa Batista
é bancária e integra o Conselho de Leitores do Comércio
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A impunidade contribui um pouco, mas parece que a população francana ainda não percebeu que estamos morando em uma cidade grande. Medidas de segurança devem ser tomadas em qualquer hipótese. Não se pode esquecer que bandido tem tempo para pensar em coisas ruins. Outro dia eu estava em uma agência bancária do Centro e vi uma moça sair do banco com 10 mil reais na bolsa. Até parece que o povo quer ser notícia. Numa circunstância dessas, peça o apoio da polícia, porque eles também realizam esse tipo de serviço. É só procurar pelo policial, anunciar que vai sacar um valor – e não precisa nem dizer quanto é – e você vai ser atendido. Não adianta dizer que não acontecerá nada com você. Mais cedo ou mais tarde, vai acontecer sim.
Ricardo Brentini
é leitor do Comércio da Franca
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Se os órgãos de segurança acham que um número destes está dentro de padrões aceitáveis e até mais para baixo do que alto, ou mudamos nossos padrões de segurança ou mudamos a polícia. Como diria um vereador e radialista famoso “é brincadeira um negócio desses”. E, em tempo: é bom lembrar que esses são números oficiais coligidos apenas dentre os casos registrados. Sabemos, no entanto, que a grande maioria de vítimas, por total descrença nos resultados sequer registram os casos nos quais foram vítimas.
Éder Brazão
é leitor do Comércio da Franca
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Tenho saudades daquela época em que a policia usava farda cinza, calçava coturnos que iam até os joelhos e só de olhar para o vagabundo, este urinava (sic) na calças. Naqueles tempos, a polícia descia o cacete (sic) e quem era vagabundo respeitava.
Foi só o pessoal dos tais ‘direitos humanos’ – ou melhor, “direito dos vagabundos” (sic) – começar a palpitar e dizer que isso ou aquilo não pode, trocaram até a farda da polícia para não passar imagem que aterrorize a população. Hoje, o pessoal usa uma farda tipo azul-bebê (sic), com botinhas (sic) que lembram as da Xuxa e que os impedem até de correr atrás de bandidos, em matagais. De mais a mais, policiais passaram a ser afrontados pelos vagabundos que sabem que não ficam presos por muito tempo.
Heli Penna Forte
é leitor do Comércio da Franca
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