CTBC substitui pulsos por minuto em ligações


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Maria liga para Bete, amiga de infância, e fica quase dez minutos ao telefone em horário comercial. A ligação é local, ou seja, realizada dentro da mesma cidade, e cobrada por pulsos. Era. A partir de hoje, quando Maria ligar para Bete, a cobrança será por minuto e terá valores diferentes de acordo com o plano de telefonia escolhido: o básico, para quem faz a maioria das ligações com duração de até três minutos, ou o alternativo, indicado para aqueles que falam muito ao telefone ou usam internet discada. A mudança é automática e sem custos. É preciso apenas, escolher para qual plano deseja migrar. Quem não o fizer, será transferido imediatamente para o plano básico. Até ontem, último dia de cobrança por pulsos, a CTBC (Companhia de Telecomunicações do Brasil Central), regional de Franca, apresentava um levantamento onde apenas 1631 clientes, de um universo de 200 mil, haviam manifestado qual o plano de sua preferência. Para Angélica Antolin de Freitas, diretora de marketing da CTBC em Franca, o número é baixo, mas tende a crescer depois da chegada da primeira conta prevista para ocorrer na segunda quinzena de agosto. “A mudança pode ocorrer a qualquer momento. Quando chegar a conta, o cliente poderá analisar o seu perfil de consumo e então decidir qual a melhor opção”. O Plano Básico oferece franquia de 200 minutos para clientes residenciais. A chamada passa a ser cobrada depois de três segundos que for atendida. No Plano Alternativo, a franquia é de 400 minutos. Depois de três segundos de atendida a ligação, o consumidor já paga uma taxa equivalente a quatro minutos (que não serão usados). O valor da assinatura básica para os dois planos é o mesmo, R$ 38,29. O que difere é o preço do minuto. No Plano Básico, a conversa de dez minutos entre Maria e Bete custaria R$ 1,047. No Plano Alternativo, a mesma ligação cairia para R$ 0,511.

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