Ela é conhecida nos meios policiais como “Dona Morte”. Eliane Cristina Gimenes, 21, moradora no Jardim Paulistano, ganhou o apelido em função de uma tatuagem que exibe nas costas: uma mulher com uma foice nas mãos. Apesar do apelido, sua especialidade não é matar e sim vender drogas. Ontem à tarde, a polícia conseguiu prendê-la com 350 gramas de cocaína. Além de Eliane, um outro traficante foi detido pelos investigadores da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes). Jeferson Gabriel dos Santos, 19, morador no City Petrópolis, estava comprando a droga para distribuir a viciados no bairro onde mora.
Foram meses de investigações, segundo o delegado Pedro Luis Daláqua. Eles estavam monitorando os passos da mulher e descobriram que, na tarde de ontem, ela iria entregar uma grande porção de cocaína a um outro traficante. O local do encontro seria nas proximidades de uma escola no Parque Progresso.
Investigadores montaram uma campana e aguardaram o momento exato para agirem. “Dona Morte” chegou na garupa de uma moto e foi ao encontro do rapaz, que aguardava para pegar a mercadoria. “Quando ela entregava o pacote para o traficante, nós a prendemos. Esta mulher é suspeita de distribuir entorpecentes em vários pontos da cidade. Ela é suspeita de abastecer diversos traficantes no Aeroporto, Paulistano e City Petrópolis”, acrescentou o delegado Pedro Luis Dalaqua.
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