Ainda sobre os comentários de Ivan Král (consultor da ONU, publicados pelo Comércio em 20 de maio e disponível para leitura no link http://www.comerciodafranca.com.br/mate-ria.php?id=17143) de que "a indústria francana está no passado", eu gostaria de complementar concordando e lembrando que grande parte disso é conseqüência de uma mentalidade gerencial ultrapassada, retrógrada, imediatista e da idade da pedra, afetando toda a empresa. Não é possível que em pleno século XXI ainda não se priorizem os recursos humanos, o meio ambiente e a responsabilidade social. Quer-se lucros imediatos, privilégios governamentais, protecionismo a todo custo com baixo profissionalismo e nepotismo. Não existe tecnologia e inovação que vença sem planejamento, investimentos constantes, profissionalismo, rentabilidade e produtividade. E isso também é válido para as instituições coligadas que usam de nepotismo, pouca transparência e baixo profissionalismo, desfocando o trabalho de assessorar para politicar e especular. Devem gerar seus lucros e serem auto-sustentáveis. O individualismo empresarial existente em Franca, o baixo profissionalismo, a contabilidade paralela, os baixos reinvestimentos, a cultura copista. O circo está armado e os leões já estão soltos.
Francisco J. Feliciano
é leitor do Comércio da Franca
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.