Feirão da Caixa termina hoje


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O 3º Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, que termina hoje, às 12 horas, nas quatro agências da cidade, confirma que o sonho da maioria da população é se livrar do aluguel. Na manhã de ontem, primeiro dia do Feirão, mais de 500 pessoas passaram pela agência da Rua Monsenhor Rosa para tentar um financiamento e realizar o sonho de adquirir a casa própria. Além de Franca, o Feirão ocorre simultaneamente em Ribeirão Preto e Araraquara. Para o cadastro inicial, os interessados devem levar, a qualquer uma das quatro agências da Caixa em Franca, o CPF, RG, comprovante de endereço e, se for assalariado, os três últimos holerites. Para a liberação do crédito, será feita uma análise sócioeconômica da família. "O financiamento é para todas as classes e todos os tipos de renda. São 150 profissionais trabalhando para otimizar o tempo do interessado", explicou o gerente geral do banco, Aguinaldo Peixoto Diniz. A expectativa é que 400 negócios sejam fechados na terceira edição do Feirão, totalizado aproximadamente R$ 12 milhões. São 2.057 imóveis disponíveis entre projetos de construtoras, casas novas, usadas e terrenos, num valor total de R$ 133,519 milhões. Destes imóveis, 770 ainda estão na planta. O preço inicial é de R$ 28 mil. As 15 imobiliárias e construtoras participantes também estão de plantão nas agências bancárias. A manicure Simone Moraes Santana, 29, chegou cedo, às 10 horas, à Caixa Econômica Federal para ter mais informações sobre o financiamento. Casada, com um filho e pagando aluguel há muitos anos, ela ficou sabendo do Feirão pelo Comércio da Franca e pretende adquirir um imóvel no Jardim Flórida ou Noêmia. "Meu sonho é ter minha casa. Vim saber como funciona e ver se as parcelas cabem no meu orçamento. Acho que vou conseguir fechar negócio". À espera de ter condições de comprar uma casa para casar, o auxiliar de escritório Wander Rodrigues, 28, e a auxiliar de produção, Milene Maira de Souza, 26, também chegaram cedo. "Temos muita esperança de fechar negócio hoje. Nem temos preferência por bairro, queremos uma casa que tenha parcelas que dê para pagar".

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