Polícia afirma que está trabalhando


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O delegado-assistente da DIG, Márcio Murari, disse que a Polícia Civil está preocupada com a sucessão de roubos violentos e tem intensificado esforços para combater o crime. Uma equipe de investigadores foi designada para identificar e prender os autores. Em relação ao elevado grau de violência empregado nos assaltos, o policial acredita que o fato está relacionado ao comportamento das vítimas. "Na maior parte dos casos de disparos, instintivamente, a vítima acabou tendo uma reação de defesa antes e foi alvejada. Normalmente, o criminoso está mais nervoso do que a própria vítima. Por isso, a necessidade de não reagir. O caso envolvendo a bancária Rosa Santa foi uma violência excessiva de um dos assaltantes, talvez motivada por drogas. Até os comparsas dele se assustaram". Segundo o policial, a equipe da DIG tem solucionado os casos de maior gravidade e mandado os autores para a cadeia. "Temos dado atenção especial para os crimes de roubos, homicídios e latrocínios. A resposta tem sido dada". Para o capitão Alexandre Wellington de Souza, comandante da Força Tática da Polícia Militar, o aumento da violência nos casos de roubo estaria ligado a uma série de fatores. "A cidade está crescendo e muitos criminosos migram para cá. Os bandidos sempre tentam se sobrepor às forças legais, mas estamos nas ruas. Nossos homens estão sendo treinados e equipados para tentar conter o crime". Como prova de atuação, a Polícia Militar lembra que prendeu 285 pessoas em Franca no primeiro trimestre de 2007. O desempenho foi 32% maior do que o verificado no mesmo período de 2006, quando 215 pessoas foram mandadas para a cadeia pelos policiais militares. Apesar do aumento no desempenho, muitos criminosos ainda continuam pelas ruas da cidade e a sensação de insegurança da população cresce a cada dia.

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