Começa a decisão


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Jogadores disputam bola em garrafão do Ginásio do Póli, na final do Paulista: a partir de hoje, time francano busca título do Nacional
Jogadores disputam bola em garrafão do Ginásio do Póli, na final do Paulista: a partir de hoje, time francano busca título do Nacional
Quando a bola subir hoje no Ginásio Acesb, em Brasília, às 13 horas, estará aberto o dia da caça, e não só pelo título do Campeonato Nacional de basquete da temporada 2007. Outros dois alvos do Unimed/Franca serão Helinho e Rogério. A pontaria dos dois jogadores, principalmente nos arremessos de três pontos, foi declarado pelo Universo como a principal preocupação e motivo de marcação especial. Esse aviso veio até do segundo melhor ladrão de bolas nos playoffs do Campeonato Nacional, o ala Alex. Ele tem média de 2,6 bolas “roubadas” por jogo. “Vamos aproveitar o mando de quadra, com uma marcação pesada e firme, neutralizando os arremessos de três pontos, principalmente do armador Helinho e do ala Rogério”, revelou ontem. A atenção especial aos dois jogadores não é para menos. Helinho aparece como segundo melhor arremessador de três durante esta fase eliminatória. Em oito jogos realizados ele converteu 24 cestas, média de três por partida. Rogério aparece na oitava colocação, fazendo cair 18 cestas em oito confrontos. A determinação em superar o adversário francano, mencionada pelo ala do Brasília, tem fundamento. O time encara esta final como a busca por uma marca memorável. A luta é pelo primeiro título do clube no Nacional. E para alcançar isso, os candangos depositam suas esperanças em jogadores que sabem bem o que é ser campeão, como Nezinho, Alex, Arthur. Todos levantaram a taça jogando por Ribeirão Preto em 2003, e Ratto, pelo Rio de Janeiro, em 2005. Já o Unimed/Franca foi campeão 11 vezes e está com ânimo renovado após classificar-se aplicando uma virada na série semifinal sobre o Uberlândia. Se não bastasse, a equipe é formada por jogadores campeões em diferentes equipes como Helinho, Rogério, e o técnico Hélio Rubens, recordista em títulos nacionais, somando nove. Só pelo Franca foram seis “canecos”. Mas como cada título é único, o técnico francano não esconde o entusiasmo de disputar a final do Nacional, ainda mais depois de ter chegado à decisão do Paulista e da Liga Sul-Americana, tudo em apenas uma temporada. “Estamos muito contentes, pois alcançamos a meta estipulada de chegar à final de todas as competições da temporada”, declarou o treinador.

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